Combate ao sarampo e pólio em Salvador

A  vacinação contra sarampo e poliomielite está tranquilo em Salvador. A campanha nacional visa imunizar crianças com idade entre 1 e menores de 5 anos, independentemente da situação vacinal, até o final do mês.

No posto da rua Carlos Gomes, no Centro, a frequência também foi baixa. Já o 5º Centro de Saúde, na avenida Centenário, concentrou um atendimento mais expressivo durante a tarde, mas sem fila.

Os pais e responsáveis pelos pequenos podem buscar atendimento nos pontos fixos e móveis de imunização na capital (veja relação abaixo) até o dia 31, quando a campanha chega ao fim.

Cobertura vacinal 

Na Bahia, o objetivo é imunizar um pouco mais de 849 mil crianças, o que corresponde a 95% dessa população nos 417 municípios. A meta de Salvador é vacinar 134 mil até o fim da campanha.

Até as 11h, a cobertura vacinal na Bahia foi de 26%, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Segundo o órgão, este número é sem os dados de 35 municípios ainda não tinham lançado quaisquer informações no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI).

Além disso, 314 cidades estavam com cobertura abaixo de 50%, outras 65 localidades tinham cobertura entre 50% e 75% e apenas três municípios estavam acima de 80%, mas a Sesab não informou os nomes.

Os 35 municípios que não informaram quantas crianças vacinaram são: Érico Cardoso, Botupora, Caatiba, Candiba, Canudos, Caravelas, Castro Alves, Caturama, Contendas do Sincorá, Coronel Joçao Sá, Dias D’Ávila, Gongogi, Heliópolis, Ibiquera, Ibirapitanga, Itaete, Itagimirim, Itanhém, Itapitanga, Lajedão, Livramento de Nossa Senhora, Manoel Vitorino, Miguem Calmon, Nova Fátima, Nova Ibiá, Paripiranga, Pedro Alexandre, Pilão Arcado, Ribeira do Amparo, Santa Cruz Cabrália, Tapiramutá, Ubaitaba, Valença, Vera Cruz e Vereda.

Na capital baiana, a cobertura vacional estava em 13%. No Brasil, o número é de 16%, segundo o Ministério da Saúde.

Além da vacina contra a pólio e o sarampo, a intenção é atualizar a caderneta de vacinação das crianças, com a aplicação, por exemplo, da segunda dose contra a influenza, que deve ser administrada 30 dias após a primeira.

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