OPERAÇÃO FAROESTE

A desembargadora Lígia Maria Ramos passou por uma cirurgia nos últimos dias e está em fase de recuperação e sua prisão temporária foi convertida em domiciliar.Já Ilona Márcia Reis, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), cumpre prisão temporária de nova etapa da operação Faroeste.

Um mandado de prisão preventiva também foi emitido para um homem identificado como Ronilson Pires de Carvalho. O pedido não detalha o cargo de Ronilson, mas afirma que o pagamento da propina era pago na conta dele.

Outros alvos da operação foram o secretário de Segurança Pública (SSP) da Bahia, Maurício Barbosa, no comando do órgão desde 2011; a delegada chefe de gabinete da pasta, Gabriela Caldas Rosa de Macêdo; e a promotora de justiça e ex-procuradora geral da Bahia, Ediene Lousado. Maurício, Gabriela e Ediene foram afastados dos cargos e estão proibidos de manter contato com funcionários por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O subsecretário da SSP, Ary Pereira de Oliveira, assumiu a pasta

.A mais nova fase da Operação Faroeste, que investiga suposto esquema criminoso de venda de decisões judiciais, foi deflagrada na segunda-feira (14). Na ocasião, As desembargadoras Lígia Maria Ramos Cunha Lima e Ilona Márcia Reis foram alvo de mandados de prisão temporária e afastadas do cargo. Um mandado de prisão preventiva também foi emitido para Ronilson Pires de Carvalho. O pedido não detalha o cargo de Ronilson, mas afirma que o pagamento da propina era pago na conta dele.

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