Leão abre o placar contra o Vasco, mas leva gol no fim

Alívio de não perder, tristeza por ver um triunfo heroico escapar no último minuto. A torcida do Vitória ficou dividida com o empate em 1×1 contra o Vasco, ontem, em São Januário, no jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil. O jogo de volta será dia 16, no Barradão. Quem vencer, avança para a quarta fase. Empate em 0x0 classifica o rubro-negro, enquanto 1×1 leva para os pênaltis e empate acima de dois gols classifica o time carioca.

Ânimos à flor da pele, cartões, expulsão, jogadas de risco e nada de gol. O primeiro tempo foi um clássico jogo decisivo de Copa do Brasil.

Com uma nova formação e apostando no 4-4-2, o Vitória teve dificuldade de segurar o Vasco no começo do jogo. Mais ativo nas jogadas ofensivas, o alvinegro ofereceu mais perigo durante a primeira etapa, mas sofreu nas más finalizações do seu ataque.

A primeira chance real de gol surgiu apenas com 21 minutos, após grande jogada de Nenê. O meia driblou Willian Farias com facilidade e tocou para Thalles, que mandou a bola na direção de Fernando Miguel e, por muito pouco, não abriu o marcador.

O jogo estava nervoso. Cartões amarelos, discussões e até bate-boca por falta de fair play dos vascaínos. Estava com cheirinho de expulsão.

Superior no setor ofensivo, o Leão viu seu ex-jogador, Escudero, ir para cimas duas vezes e parar na marcação. Surpreso, o rubro-negro enfim reagiu. Primeiro, Paulinho chutou de fora da área. Depois, o atacante lançou para Gabriel Xavier, que ficou cara a cara com o gol, mas adiantou demais a bola.

Não adiantou reagir. A “melhor” jogada do primeiro tempo foi de Kelvin. O jogador vascaíno aproveitou que Euller já tinha cartão amarelo e simulou uma falta que culminou na expulsão do lateral no fim do primeiro tempo.

Desesperado, Euller deixou o campo revoltado. “Ele é malandro, se jogou nas duas bolas que tomei cartão. Estou indignado, porque o árbitro está perto do lance e não vê que ele se joga”, bradou.

O Vasco voltou para o jogo com uma injeção de ânimo. Logo aos 2 minutos, Nenê deixou Kelvin livre para marcar, mas o atacante mandou a bola na lua. Mas a empolgação não durou muito tempo.

Fechadinho, o Vitória contou com uma mãozinha do adversário para abrir o placar – literalmente. Aos 21, Manga Escobar caiu pedindo falta, bateu a mão na bola na pequena área e o árbitro marcou o pênalti. Patric cobrou forte e fez 1×0. O alívio, no entanto, não durou até o fim.

O Vasco tentou reagir com Nenê, que mandou uma bola na trave. Mas foi aos 47 que os cariocas empataram. David fez pênalti no próprio Nenê, que cobrou e , no apagar das luzes, frustrou a

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