Garoto Marcos Vinícius ‘sufocou’ com mingau, justifica padrinho acusado de homicídio

O suposto padrinho do garoto Marcos Vinícius, Rafael Pinheiro, afirmou que a criança “morreu sufocada com mingau”. Acusado de homicídio e ocultação de cadáver, Pinheiro apontou que o garoto teve um mal súbito, em decorrência de uma complicação alimentar e veio a óbito. “Entrei em desespero e tive medo disso tudo que está acontecendo”, sugeriu o suposto padrinho nesta quinta-feira (20). Responsável por tornar pública a história, induzindo as investigações para tratar o caso como sequestro, Pinheiro negou que tenha organizado a caminhada que clamou pela vida do garoto. O acusado negou ainda que tenha machucado Marcos Vinícius e assegurou que não estava drogado quando a criança morreu. Após o falecimento, Pinheiro alocou o corpo da criança em um cooler e abandonou no areal em Itapuã. Ele vai continuar na sede da Polícia Civil e é provável que seja transferido para a cadeia pública nesta sexta (21).

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