Bancários rejeitam oferta salarial e ameaçam greve para fim do mês

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Bancários recusaram ontem proposta de reajuste salarial de 7 por cento apresentada pelos bancos e acenaram com possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 30.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), afirmou, em comunicado à imprensa, que a oferta apresentada pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban) é “insuficiente” e que aprovou calendário de mobilização com assembleias de trabalhadores marcadas para os dias 25 e 29 para decidir sobre a greve no país. É o que mostra reportagem de O Globo. Segundo a entidade, o índice de 7 por cento representa um reajuste real de 0,61 por cento. A reivindicação dos bancários é aumento de 12,5 por cento.

Por outro lado, a Fenaban afirmou que “a proposta apresentada viabiliza uma negociação célere para o fechamento de um acordo”, segundo comentário do diretor de relações do trabalho da entidade, Magnus Ribas Apostólico, em comunicado divulgado ontem.
Os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias no ano passado, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8 por cento, com ganho real de 1,82 por cento. A duração da greve na época levou a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30 por cento nas vendas do varejo do início de outubro.

O grupo francês Vivendi anunciou nesta sexta-feira (19) que o conselho da empresa autorizou a venda da filial brasileira GVT para a espanhola Telefônica. O valor total da operação será de aproximadamente 7,2 bilhões de euros (R$ 22 bilhões).

No fechamento da operação, o grupo espanhol controlará 92,5% da empresa resultante da integração da Telefônica Brasil com a GVT, enquanto cerca de 7,5% ficará nas mãos da Vivendi.

Ambas companhias negociavam com exclusividade desde o dia 29 de agosto a compra e venda da GVT, empresa pela qual também se interessou a Telecom Itali .Para controlar a GVT, a Telefônica vai desembolsar 4,66 bilhões de euros (perto de R$ 14 bilhões) para a Vivendi, que, além disso, receberá 12% do capital social da sociedade resultante da integração da Telefônica Brasil e da GVT. Segundo informa Vivendi em uma nota, dessa quantia em dinheiro será preciso descontar dívida bancária no valor de 450 milhões de euros.tados brasileiros e mais de 2,5 milhões de clientes de banda larga.

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